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A Reforma Administrativa pretende entregar a Escola Pública nas mãos de empresários

Você sabia que existe uma guerra comercial entre grupos econômicos por espaço no mercado educacional brasileiro?

Grupos como o Cogna (antiga Kroton), o Eleva Educação (propriedade do Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev) e conglomerados internacionais disputam cada milímetro desse mercado em transações bilionárias que, por enquanto, envolvem apenas escolas particulares e editoras que vendem material didático para a Rede Pública.

Mas apesar dessa disputa, todos estão unidos trabalhando para que medidas de destruição dos serviços públicos como a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) escancarem as portas da Rede Pública de Ensino para contratos privados, terceirizações e, quem sabe num futuro próximo, a privatização total da Educação no Brasil.

Por isso, é preciso dizer não à Reforma Administrativa!