Coletiva de imprensa do pedido popular de impeachment de Bolsonaro

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Assista no vídeo acima a coletiva de imprensa do pedido popular de impeachment de Bolsonaro, realizada na manhã de hoje (21/05), na Câmara dos Deputados, em Brasília-DF.

Na coletiva, as entidades que apresentaram o pedido de impeachment argumentaram sobre o que motivou a apresentação do documento à Câmara Federal:

  • Os crimes e ilegalidades cometidos por Jair Bolsonaro: entre os crimes estão a convocação e comparecimento nos atos contra a democracia e pelo fechamento do Congresso e do STF; a interferência nas investigações da Polícia Federal no Rio de Janeiro; a falsificação da assinatura de Sergio Moro na exoneração de Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal; e as declarações durante a reunião ministerial de 22 de abril.
  • Os discursos de Bolsonaro atentando contra o STF, de convocação de empresários para uma “guerra” contra governadores no meio da pandemia, o bloqueio da compra de respiradores e outros equipamentos de saúde por estados e municípios, o apoio à milícia paramilitar conhecida como “Acampamento dos 300”, a incitação de uma sublevação das Forças Armadas contra a democracia brasileira, além de seus pronunciamentos e atos durante a pandemia que configuram crimes contra a saúde pública.
  • Os crimes de Bolsonaro contra o livre exercício dos poderes constitucionais, contra o livre exercício dos direitos políticos, individuais e sociais, contra a segurança interna do país e contra a probidade administrativa.

O pedido popular de impedimento de Jair Bolsonaro foi assinado por mais de 450 movimentos sociais, sindicatos e partidos políticos de esquerda (PCB, PCdoB, PSOL, PT e UP).

O SINASEFE NACIONAL foi uma das entidades a articular e a assinar este pedido popular de impeachment de Bolsonaro, que brinca com a vida da população enquanto o país passa pela mais severa crise sanitária de sua história.

Imagens

Enquanto a coletiva acontecia, centenas de manifestantes, respeitando as medidas de segurança para prevenção ao contágio pela COVID-19 (como o uso de máscaras, álcool 70% e distanciamento mínimo de dois metros por pessoa), protestavam pela saída de Jair Bolsonaro da Presidência da República.

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