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Dispositivo desenvolvido no IFRN tem patente concedida pelo INPI

Um Regulador Eletromagnético de Frequência (REF), projetado e desenvolvido no Instituto Federal do Rio Grande do Rio Grande (IFRN), acaba de obter sua primeira patente, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

O objeto (imagem ilustrativa do sistema completo acima) patenteado foi inspirado em anos de estudos relacionados à energia eólica, nos quais buscava-se conceber uma tecnologia para geração desse tipo de energia mais adequada à realidade nordestina e brasileira.

O professor Paulo Vitor Silva (IFRN) foi o responsável pela concepção da ideia, juntamente com o também professor Ricardo Pinheiro (UFRN) e com o empresário Nazareno Costa Júnior (ligado ao setor de energia).

A observação da energia eólica e solar foi a fonte de motivação no desenvolvimento do projeto do REF. Ambas vêm ganhando destaque na matriz energética do Brasil e do mundo. Partindo dessa constatação, Paulo Vitor, Ricardo Pinheiro e Nazareno Costa iniciaram os estudos na área com o intuito de desenvolver um dispositivo que pudesse servir como elemento de hibridização das duas fontes de energia (eólica e solar) para exploração simultânea, permitindo que a energia elétrica produzida fosse constante e de qualidade, independentemente das variações do vento e do sol, evitando-se a conexão de conversores eletrônicos diretamente à rede elétrica, inevitável na geração fotovoltaica atualmente em uso e muito utilizada em várias configurações de aerogeradores.

Esta iniciativa também virou a tese de doutorado de Paulo Vitor e gerou a primeira patente que o INPI concedeu a um dispositivo desenvolvido pelo IFRN.

A Rede Federal dá resultado!

O desenvolvimento de um dispositivo com essa complexidade e utilidade dentro de uma Instituição Federal de Ensino (IFE) mostra a importância da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

É essa Rede que Bolsonaro e seus três (quase quatro) Ministros da Educação tanto têm atacado e tentado privatizar, pois os empresários do setor da Educação sabem que ela é bem estruturada, dinâmica e que dá resultado.

Não deixe que tirem o direito da população pobre de ter acesso ao Ensino Público de Qualidade. Lute conosco em Defesa da Rede Federal!

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*Matéria escrita com informações do IFRN