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Pela imediata reaparição de Carlos Lanz

O sindicalista venezuelano Carlos Lanz Rodríguez está desaparecido há quatro dias e a possibilidade de crime por perseguição política contra ele não está descartada.

Carlos Lanz saiu de sua casa no último sábado (08/08) e não retornou desde então, fato denunciado por sua família e que mobilizou tanto o Governo e as autoridades venezuelanas quanto as organizações populares, sociais e educacionais, que desde então o procuram.

Figura importante do meio sindical e popular em seu país, Lanz foi o fundador do Movimento Pedagógico Revolucionário da Venezuela, coordenador da Constituinte Educacional (realizada entre 1999 e 2001), idealizador do Programa Todas Mãos para Semear e protagonista central na sanção da Lei Orgânica da Educação da Venezuela.

Amado e respeitado pelas comunidades educacionais da Venezuela, Carlos Lanz se projetou no continente por meio de sua participação na Aliança Bolivariana dos Povos (Alba), no capítulo educacional, e por sua ativa intervenção nas Expedições Simón Rodríguez, realizadas na Venezuela e na Argentina entre 2013 e 2015.

O SINASEFE simpatiza e se une às reivindicações da sua família e do seu povo, na esperança de um regresso rápido, são e salvo, ao seu lar e às responsabilidades que o impõem no domínio da Educação.

Assine a Nota

Esta Nota de Solidariedade e Pela Reaparição de Carlos Lanz pode ser assinada aqui.

Até o momento ela foi assinada por:

  • David Lobão (coordenador geral do SINASEFE, Brasil)
  • Luis Bonilla-Molina (pedagogo crítico, Venezuela)
  • Pablo Ímen (educador popular e cooperado, Argentina)
  • Maritza Loreto (Venezuela)
  • Mirna Sojo (Venezuela)
  • Atilio Borón (cientista político, Argentina)
  • Edgard Isch (educador, Equador)
  • Confederação de Trabalhadores da Educação da República Argentina (Argentina)
  • Marco Raúl Mejia (educador popular, Colômbia)
  • Fernando Ábrego (professor sindicalista, Panamá)
  • Oscar Jara (educador popular, Costa Rica)
  • Fernando Lázaro (CEIP-H, Argentina)
  • Luz Palomino (professora e diretora do Centro Internacional de Pesquisa sobre Outras Vozes na Educação)
  • Karina Batthyany (secretária executiva do CLACSO)
  • Cinthia Wanschelbaum (presidente da Associação de Graduados em Ciências da Educação da Universidade Nacional de Luján, Argentina)
  • José Cambra (professor universitário, Panamá)
  • Alfredo Serrano Mancilla (diretor do Centro Estratégico Latino-Americano de Geopolítica)
  • Pablo Vommaro (pesquisador da CLACSO)
  • Juan Carlos Junior (Diretor do Centro Cultural Gorini de Cooperação Floral, Argentina)
  • Rogelio De Leonardi (secretário geral do AMEP e secretário de direitos humanos do CTERA, Argentina)
  • Daniel Libreros (professor universitário, Colômbia)
  • Rose Mary Hernández (Foro Venezuelano pelo Direito à Educação)
  • Lourdez Urbáez (Sociedade Venezuelana de Educação Comparada)
  • Fernando Santana (educador popular, Argentina)
  • Zuleika Matamoros (Venezuela)
  • Roberto López (professor universitário, Venezuela)
  • Stalin Pérez (dirigente sindical, Venezuela)
  • Luciano Vasapollo (professor e membro da Rede Comunista, Itália)
  • Rita Martuffi (diretora do Centro de Estudos CESTES, Itália)

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