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SSCMRJ denuncia novo descumprimento de protocolos de biossegurança

Na última quarta-feira (23/06), a Seção Sindical do Colégio Militar do Rio de Janeiro (SSCMRJ) oficiou a gestão denunciando mais um descumprimento de protocolo de biossegurança. Um estudante avisou à instituição que seus responsáveis encontram-se hospitalizados com COVID-19, mas nenhuma medida preventiva havia sido tomada para evitar possíveis contágios.

Ofício da seção

Entenda melhor o caso com o ofício da Seção:

Sem condições de retorno
O SINASEFE compreende que ainda não existem condições de retornar as atividades letivas, sob pena de grave risco à saúde e à vida dos servidores, estudantes e familiares. “Somente haverá possibilidade de trabalhar se existir segurança declarada por órgãos ligados à saúde, como, por exemplo, o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), defende o sindicato nacional.

Histórico
Gestores do Colégio Militar do Rio de Janeiro já persistem na postura descompromissada com a prevenção da COVID-19 desde o início da pandemia. No ano de 2021 os registros da imprudência se acumulam: no começo de junho a SSCMRJ expôs uma série de problemas enfrentados pelos trabalhadores e estudantes na instituição. Em abril, após grave hospitalização de um professor e contaminação em massa de uma turma, o colégio recuou levemente, suspendendo aulas por alguns dias. Em março, quando casos de COVID-19 foram escondidos, o sindicato denunciou mais uma grave ameaça à vida da comunidade escolar. Em fevereiro a SSCMRJ questionou o colégio sobre um contágio registrado após a retomada presencial e quais seriam as medidas preventivas tomadas.
Ainda em 2020, a luta dos trabalhadores civis do CMRJ também foi ostensiva, com a deflagração de greve sanitária no mês de setembro.

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