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CMM: gestão recua após mobilização dos trabalhadores

Na última sexta-feira (15/01) os trabalhadores do Colégio Militar de Manaus (CMM) foram surpreendidos com uma convocação para trabalho presencial na instituição. Mobilizados e com apoio das entidades sindicais, professores e técnicos denunciaram a medida absurda, rechaçando um retorno presencial em meio à pandemia. A gestão do colégio recuou ainda no final de semana, mantendo o trabalho remoto. O SINASEFE reafirma que não permitirá que professores e técnico-administrativos arrisquem suas vidas e seguirá fazendo esforços, jurídicos e políticos, para que esta decisões mórbidas sejam revertidas em favor da vida dos trabalhadores.

Caos em Manaus
Uma situação de caos sanitário tomou conta de Manaus-AM no último período: sistemas de saúde público e privado entraram em colapso pelo crescimento descontrolado dos casos de COVID-19. Foi neste contexto que a gestão do Colégio Militar de Manaus-AM convocou os servidores da instituição para o expediente em trabalho presencial.
Mesmo com aulas remotas, sem alunos em salas de aula, a gestão do Colégio havia decidido unilateralmente – sem levar em conta a situação de calamidade que vive a capital amazonense – que seus servidores deveriam cumprir o expediente dentro da instituição, sem possibilidade de trabalho remoto.

Mobilização permanente e greve
O SINASEFE destaca que a categoria já aprovou deflagração de greve contra o retorno presencial e/ou semipresencial durante a pandemia. A mobilização e a unidade das trabalhadoras e trabalhadores de colégios militares também é fundamental para fortalecer a luta pela vida.

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